FELIZ ANO VELHO...

Bom, resolvi voltar a blogar um pouco...se prestarem atenção na última postagem, verão que foi de Abril..e estamos em final de Dezembro, as vésperas de um novo ano que surge...

Numa conversa de trabalho recente com um colega, o mesmo me disse q esperava um ano novo especial..e fiquei a pensar no que faz as pessoas acharem que um novo ano será melhor do que passou. Bom, a princípio penso, que estamos cansados deste ano que passou...já ficamos nele 365 dias e bem, cansou...só resta espera o novo e ver o que vai acontecer.

Me lembro um dia meu pai falado das previsões de Ano Novo e disse que também sabia fazer previsões. Alguns famosos vão morrer, outros são escandalizar com sua vida pessoal anunciada nas revistas de fofoca, algumas tragédias, alguns fatos marcantes...ou seja...todo ano é igual.
Mas acho que o que muda somos nós...estamos atrelados ao tempo, envelhecemos, aprendemos, vamos trabalhando, amando, chorando, se divertindo como a vida permite...

Tenho muitos planos para 2008. Quero voltar a estudar, voltar pro inglês, começar academia, colocar aparelho. Quero encontrar alguém legal, fazer novas amizades e manter as boas que tenho...

Este é o segredo, não que o ano que está por vir seja mágico. Mágica é esta maravilhosa palavra chamada esperança, que habita a todos nós, brasileiros, tão acostumados a levar porrada na cara e continuar a acreditar nesta tal esperança.

Termino com um texto que caiu em minhas mãos esta semana e é com ele que me despeço de 2007 e espero pelo ano que está por vir...Boa Vida a Todos...







As Quatro Velas





Quatro velas estavam queimando ruidosamente, calmamente. O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam:
A primeira vela disse: - Eu sou a Paz ! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar.
E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda vela disse:
- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua.
As pessoas não querem saber de mim.Não faz sentido continuar queimando.
Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenha medo criança. Enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas.
Eu sou a Esperança.
A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras...
ESPERO QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE VOCÊ.

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